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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

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Há um estranhíssimo batuque que vem de uma parede de minha casa que não dá para outra casa. Dá, segundo os meus cálculos, e no limite, para a escada do prédio - mas até isso, nas minhas rudimentares noções de arquitectura e nos cálculos mentais que fiz da estrutura do edifício, me parece estranho. O que é certo é que o batuque, que parece feito com os dedos numa superfície rija, continua, outras vezes cessa, depois retoma. Perto. Muito perto. Já me tranquei, mais do que já me costumo trancar. E estou aqui, caladinha, a tentar perceber que raio será isto e de onde virá. Seja quem for que batuca, tem ritmo. Pode ser um gatuno ritmado. Ou um psicopata que, antes de atacar, tem de fazer esta espécie de ritual batucador.

Acho que ando a ver Mentes Criminosas a mais.

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