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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Cuidado: Mãe em contramão

A pessoa anda sempre a correr. Afogueada desde que se levanta até que se deita. De maneira que a pessoa acaba por ver tudo sempre meio na diagonal. Cheguei à escola do Mateus, no início da semana, e fui ver que tarefa haveria para fazer e entregar na sexta-feira (há sempre uma tarefa para as sextas-feiras, seja uma iniciativa solidária, seja um trabalhinho que os pais fazem para os pequeninos levarem, com a ajuda deles, sobre a família nuclear, o amor, a amizade, o optimismo, os avós, os animais... etc.).

Li o papel afixado a correr e o que deduzi foi que cada sala tinha de levar um tipo de material para depois eles fazerem decorações de Natal nas respectivas salas. Uns tinham de levar tampas de plástico, outros rolhas, outros não sei o quê e a sala do Mateus tinha de levar rolos de papel higiénico. Isto foi o que eu li!

Hoje, cheguei toda contente e ufana com os rolos de papel higiénico (diga-se que já falhei alguns trabalhos das sextas-feiras ou porque não tive tempo ou porque me esqueci), quando começo a ver chegarem pais com árvores de Natal elaboradas feitas com... tampas de plástico, rolhas e...  isso mesmo: rolos de papel higiénico. 

Levantei-me, fui reler o papel e lá estava: tragam elementos decorativos do Natal com o material indicado para a respectiva sala. 

Meti o rabinho entre as pernas, confessei a minha asneirada, e lá consegui que me fosse alargado o prazo até segunda-feira. Uffffff!

(entretanto, contei tudo ao Ricardo, que se partiu a rir - claro!)

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