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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Aprender a cuidar do nariz do bebé*

Na próxima quinta-feira, dia 20 de Outubro, pelas 16h, eu e o pediatra Paulo Oom vamos estar juntos num workshop online onde vamos falar da importância da limpeza dos narizes dos mais pequeninos. A produção de muco em excesso é particularmente frequente em bebés e, como eles não conseguem eliminar as secreções nasais assoando-se sozinhos, podem sentir dificuldade em respirar, comer e dormir, ficando irritáveis e agitados.

Neste workshop online podem colocar perguntas e esclarecer todas as dúvidas que possam ter sobre o tema.

Podem deixar as vossas questões AQUI.

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 *Este workshop é patrocinado por Rhinomer

Estão quase a terminar...

... as votações nos Blogs do Ano.

Se ainda não votaram... votem.

Se ainda não votaram hoje (mas sim em toooodos os outros dias)... votem.

Se gostam do Cocó... votem. 

Se gostam mais dos outros... epá, votem. 

As votações terminam esta quarta-feira, dia 19 de Outubro.

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Fim-de-semana

Fim-de-semana de estudo mas também de passeio.

Sim, eu estudo com o meu filho do meio, tal como já estudei com o mais velho. Ah, e o trabalho da autonomia? A seu tempo. Há tempos tentei dar-lhe margem para se safar sozinho mas os resultados não foram bons. Fui chamada à escola porque a directora de turma ficou preocupada com os resultados, tão diferentes do que era costume. Quando reunimos, expliquei-lhe o que se tinha passado e ela, com a sabedoria de quem já lida com miúdos há décadas, disse-me: "Se isto aconteceu é porque ele ainda não está pronto para essa autonomia. Se tem a sorte de vos poder ter por perto... então aconselho a que deixem a autonomia para mais tarde."

Foi uma lição, sem dúvida. Estamos sempre a querer apressar a vida, as coisas, os passos. Queremos que eles falem no tempo certo, que aprendam a caminhar num instante, que façam gracinhas, que aprendam a ler, a escrever, que estudem sozinhos. Fazemos comparações com os filhos dos amigos, duvidamos da nossa educação, duvidamos deles, duvidamos de nós. Quando, na verdade, se calhar bastava-nos deixá-los simplesmente crescer ao seu ritmo, tendo-nos por perto quando precisam. Os meus filhos podem contar comigo. Terão o seu tempo para serem autónomos. O Manel, por exemplo, há uns 3 ou 4 anos que não nos pede ajuda para nada e sai-se muito bem. Prova de que soubemos acompanhá-lo enquanto precisou e largá-lo quando percebemos que estava pronto. Um pouco como quando os ensinamos a andar de bicicleta. Não os largamos logo, mas sabemos que não vão precisar de nós a segurar no selim para sempre.

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No domingo almoçámos com amigos e depois fomos ao jardim do Campo Grande, onde eles andaram de barco: rapazes num barco, raparigas no outro. Oito ao todo. Menos o Mateus, que ficou em terra, a ver a aventura dos mais crescidos.

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 Estes oito conhecem-se desde que nasceram e é bom ver como crescem e continuam próximos e cúmplices.