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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Há índios e cowboys à solta na lancheira*

E eis que nasceu mais uma edição especial Compal Essencial Kids.

Sim, aqueles potes de fruta pequeninos que, depois de devorados com alegria, ainda servem de brinquedo! É um daqueles dois-em-um bestiais. Fruta e brincadeira, num só. Desta vez chamam-se "Potes no Faroeste", são 11 personagens colecionáveis, pensadas para criar momentos de diversão e estimular a criatividade das crianças.

A dose de fruta, mantém-se igualzinha (uma mistura de maçã, banana, laranja e ananás), mas a embalagem tem uma nova imagem, sendo que cada personagem tem adereços específicos e uma cara e expressão que distingue cada personagem das demais. 

Com estes potes, comer fruta é fácil (por exemplo, para levar para a escola dão muito mais jeito do que uma peça de fruta que chega lá, invariavelmente, esborrachada), saboroso e divertido. 

A minha D. Emília é que tem de ser devidamente avisada para não deitar fora os potes que encontrar no quarto da Mada! Da última vez ia havendo uma desgraça, com toda uma série de personagens quase a serem depositadas na reciclagem. 😬

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*Post escrito em parceria com Compal

 

5º Workshop #Receitaperfeita. Foi na sexta e foi... familiar (e boooom)!

Desta vez começou mal e podia até não ter acontecido. Acordei a meio da noite com uma dor de cabeça violenta, não tomei nada e continuei a dormir mas, quando amanheceu, não tinha passado. Tomei um benuron, levei os miúdos à escola, trabalhei, e a dor a aumentar. Quatro horas depois do primeiro analgésico... pumbas! Enfiei um Clonix no bucho. Mas, ao contrário de uma amiga (que tomou um Clonix e, mesmo sem ter treinado absolutamente nada, correu a maratona de Barcelona), não fui correr a maratona. Mas fui a correr para o hospital, quando percebi que, duas horas depois, não só me doía a cabeça como estava a vomitar e com falta de força e equilíbrio. A Mónica e a Raquel foram avisadas, disseram para adiar o workshop mas eu sou teimosa e já sabia que as drogas intravenosas são potentes. E assim foi. Duas horas depois estava impecável.

O contratempo impediu-me de ir à Sephora maquilhar-me como sempre, e tive de me safar com o que tinha em casa (e com o que a genética me deu).

Como o workshop era destinado a pais e filhos... perguntei se algum dos meus filhos queria ir comigo. Queriam todos. A Mada estava excluída à partida (era para miúdos a partir dos 10 anos) e foi preciso fazer um pequeno sorteio entre o Manel e o Martim. Ganhou o Martim (que era quem me apetecia mais que ganhasse, na verdade, porque o Manel já tem o gosto pela cozinha e agora queria introduzir o "bichinho" no do meio - a ver se qualquer dia deixo mesmo de ter de mexer em tachos).

Com a passagem pelo hospital atrasei-me e cheguei depois de todos os convidados. Já lá estavam todas a as mães com os seus filhos. Uma vergonha. Mas pronto. Acho que me perdoaram.

Como de costume, os acepipes gostosos (tudo Lidl) já estavam na mesa de apoio e estivemos ali um bom bocado à conversa. Nunca pergunto às pessoas o que fazem da vida e, desta vez que perguntei, fui logo brindada com uma história de superação e humildade que me deixaram - e acho que a todos nós - de cara à banda.

 

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_Cooking#52870.jpgEu e os filhos todos

 

_Cooking#52873.jpgCom a Mafalda e o filho João

 

_Cooking#52877.jpgCom a Ana Rita e a filha Catarina

 

_Cooking#52880.jpgCom a Ana e a filha Inês

 

_Cooking#52881.jpgCom a Sandra e a filha Margarida

 

_Cooking#52884.jpgCom a Olga e a filha Matilde

 

_Cooking#52887.jpgCom a Ana e o filho Gonçalo

 

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Com a Mónica e o meu filho Martim 

 

Desta vez a Mónica (que é assim a chef mais inventiva de que há memória) decidiu criar equipas. Cada dupla de mãe e filho deu um nome à sua equipa, escreveu-no num papel e depois era preciso dar pistas para que os outros descobrissem o nome. Havia a "Pimenta Rosa", os "Mimos-Gaios", os "Chefs Teixeiras", "Os Pintainhos", "As Sócias do Shopping". Eu e o Martim baptizámos a nossa equipa com um nome começado por M, como não podia deixar de ser.