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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Mapfre - Netvida: mais vale prevenir*

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A minha mãe toda a vida me foi dizendo onde tinha os papéis do banco, do seguro, o que eu teria de fazer se ela morresse de repente. Na altura, confesso, ficava tão preocupada com aquela conversa que tudo o que ela dizia me passava um bocado ao lado e ficava ali bloqueada na parte do "se a mãe morrer". Sabem aquele anúncio do "blablabla Whiskas saquetas" quando o gato está a ouvir a dona a falar? Era mais ou menos isso. "blablabla se a mãe morrer". Éramos só as duas e a perspetiva de ela se ir embora de repente deixava-me sem capacidade para mais. Tolhia-me o raciocínio.

A minha mãe não queria assustar-me, claro. Queria apenas prevenir o imprevisto, justamente porque éramos só as duas e, no caso de ela partir, eu ia ficar muito desprotegida. Lembro-me sempre da frase que se seguia: "Isto é só a gente a falar! Porque se acontece alguma coisa... a seguir não dá para falar. Mais vale prevenir...“

É exatamente da mesma maneira que vejo os seguros de vida. A gente não quer falar, não quer pensar, não quer nem cogitar os imprevistos. Mas a verdade é que eles acontecem. Não queremos nada que aconteçam. Mas nem sempre os conseguimos evitar. E é aqui que entram os seguros de vida, mais concretamente o seguro de vida de que agora se fala: o NETVIDA. Este seguro garante a proteção dos beneficiários caso aconteça, justamente, algum imprevisto. E tem uma característica que a mim me chamou a atenção: o pagamento fracionado adicional, que permite definir um valor mensal por um determinado período, que ajuda a fazer face às despesas fixas mensais (contas da água, luz, gás, colégios, universidade, etc.) em caso de - lá está - algum imprevisto.

Eu sei que ninguém gosta de pensar que eles podem acontecer. Mas se não nos acautelamos antes, não podemos fazer nada depois. Já dizia (e continua a dizer) a minha mãezinha.

 

 *Post escrito em parceria com a MAPFRE

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Matar saudades

De todos, claro. Dos mais crescidos e do mais bebé. Mas o mais bebé tem aquela doçura dos mais bebés. Além de que, enquanto os outros no campo de férias nem se lembraram de nós (e ainda bem, é sinal que estiveram super felizes), este pequenino fartou-se de cantar os parabéns a você "para a mamã querida". A avó diz que se portou maravilhosamente, sempre contente, mas que cantava várias vezes ao dia "para a mamã querida"... Coisinha mais boa de sua mãe.

Tivemos, pois, muita conversa para pôr em dia...

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 Apaixonada por estas calças da Xicalarica 

 

Crowne Plaza Porto*

Há lugares que, de tão bem nos receberem e de os repetirmos justamente por esse bom acolhimento, se tornam um bocadinho nossos. O Crowne Plaza, no Porto, já é um desses lugares. O vinho do Porto à chegada, um dos directores do hotel que teve a amabilidade e a simpatia de nos vir cumprimentar, aquele quarto maravilhoso com uma vista soberba, a cama, as almofadas, aqueles lençóis... tem graça que quando pus a foto no Instagram logo vieram elogiar os lençóis e perguntaram se eu saberia de onde vinham. Eu não sabia, que eu sei pouca coisa, como já tiveram a oportunidade de, ao longo destes 8 anos de blogue, perceber. Mas logo veio alguém que disse achar que os lençóis seriam de percale. Falta a confirmação do próprio hotel mas uma coisa é já certa: são bons. Mesmo bons. E as almofadas. Tudo aquilo é um ninho de onde é difícil sair. De resto, deixámos os miúdos em Aveiro para ir à tal festa de 40 anos do nosso amigo e chegámos ao Porto por volta das 18h. Pois que nos estendemos um bocadinho, ah e tal que ainda é cedo, adormecemos profundamente e foi uma sorte termos acordado para ir à festa. 

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O facto de os produtos de higiene serem Castelbel, também já o disse aqui, é logo coisinha para me conquistarem o coração. Sou fã da Castelbel.

Quando descemos, vestidos como se fôssemos duas stars dos anos 70, foi amoroso o modo contido como nos olharam na recepção, com um daqueles sorrisos que querem rebentar a rir mas que não o fazem para não ofender. 

Depois da festa, dormimos como duas rochas e, no dia seguinte, tivemos um pequeno almoço de reis, com direito a tudo e mais alguma coisa: fruta, iogurtes, sumos, cereais, pão, doces, queijos, bolinhos e depois todas aquelas coisas cozinhadas de que alguns gostam mas eu menos, que sou pouco de inventar na primeira refeição da manhã.

Obrigada, Crowne Plaza Porto por mais esta recepção fantástica.  É sempe bom voltar onde somos bem tratados. E é por isso que o vosso hotel é já um bocadinho nosso (pena ser só um bocadinho, que ser hoteleira era uma cena que apreciava bastante).

 

*post escrito em parceria com o Crowne Plaza Porto

Há uma semana foi assim

Antes de irmos de férias, demos um saltinho a Aveiro, para passar o dia com a minha irmã, cunhado e sobrinho. A seguir, deixámos os miúdos com eles e fomos os dois à festa de aniversário de um amigo do Porto. A festa era dos seus 40 anos e era preciso ir vestido como se tivéssemos voltado aos anos 70. A malta cumpriu com rigor (havia pessoal de bigodes até ao queixo, calças à boca de sino, fitas na cabeça, camisas com formas geométricas...) e foi... épico. 

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Cinco dias absolutamente perfeitos

No domingo, dia 17, deixámos o Manel, o Martim e a Madalena no campo de férias Sniper. A seguir, fizemos a mala do Mateus, a nossa mala. Deixámos o Mateus na casa de férias da minha mãe (de onde saí a lacrimejar um bocadinho) e seguimos viagem para a nossa casa do Algarve.

Foram cinco dias perfeitos, a dois.

Acordámos quando quisemos, corremos juntos (uma vez 10 km, outra vez 12,5), fomos para a praia apenas com uma cesta na mão. Andámos 10 km na praia. Adormecemos à sombra. Tostámos ao sol. Namorámos. Lemos. Fomos ao Fialho, à Casa do Polvo. Não jantámos duas noites. Numa dessas noites dormi 12 horas. Foi perfeito.

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