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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Se isto é assim aos seis...

A minha filha Madalena esteve a chorar duas horas porque não conseguiu fazer os trabalhos de casa de Matemática.

Duas horas.

Mandei-a para a cama uma série de vezes, disse-lhe que explicasse à professora que claramente não tinha compreendido aquela matéria e que precisava de ajuda, mas ela insistia e insistia e insistia, como se fosse crime não compreender, como se fosse um drama pedir ajuda à professora.

Foi preciso passar-me e obrigá-la a ir para a cama, sem fazer o trabalho, num verdadeiro desespero. 

E escrever um recado à professora, na caderneta, a relatar a situação.

A Madalena está no 1º ano.

Tem seis anos.

Tenho urgentemente de compreender se isto é dela e da sua mania da perfeição ou se há aqui mais qualquer coisa que me esteja a escapar. Seja o que for... não gosto.

 

E se fosse consigo?

O único conteúdo de televisão, sem ser desenhos animados ou futebol, que cola os meus filhos ao ecrã. Não falam, não respiram, não se mexem. Mais: não há segunda-feira, desde que o programa começou, que eles não comecem a lembrar, logo de manhã, que é dia de "E se fosse consigo?"

De facto, um programa bem feito, que fala de coisas tão importantes como o racismo, a obesidade, o bullying, pode colar as pessoas de todas as idades ao ecrã, e ensinar-lhes muito. Não é preciso descer o nível para conseguir audiências. Se calhar subi-lo também pode ter o mesmo resultado.

Muito bem, Conceição Lino. Muito bem SIC.

 

 

Sem pena

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No dia 29 de Abril o Comité Paralímpico de Portugal lançou o movimento #sempena2016 

Este movimento pretende dar a conhecer o esforço e o espírito de sacrifício dos atletas paralímpicos, e pedir a todos que não tenham pena destes atletas. Estamos a falar de pessoas que são absolutamente inspiradoras, que trabalham muito para chegar tão longe, atletas que não têm pena de si nem merecem a pena de ninguém. Pelo contrário! São pessoas com deficiência que não deixaram que as suas limitações destruíssem os seus sonhos.

Pediram-me que me associasse a este movimento, partilhando uma foto com este hashtag, e é óbvio que sim!

Porque a pena é um sentimento pequeno. Distancia as pessoas. Impõe obstáculos. Cria barreiras e ergue muros. Mas por detrás desses muros há atletas que lutam, sofrem, correm, suam, vencem e superam-se, como todos nós. Ao derrubarmos o muro da pena mostramos os paralímpicos como eles merecem: verdadeiros atletas.

E vocês? Vão continuar a ter pena?

#sempena2016

 

Amanhã: rir e ajudar

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Os fundos angariados revertem para a ONGD AIDGLOBAL.

Amanhã lá estarei, com o grupo dos maluquinhos da corrida. Já que andamos todos na ronha para correr... ao menos vemo-nos sentados. 

Acho que ainda há alguns lugares! Bora lá, pessoas? É um dois-em-um: rir e ajudar. 

Sailorman

 

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Perdi-me de amores por este corta-vento amarelo e pelo casaco das riscas da Petit Bateau. Também trouxe umas jardineiras calção lindas de morrer para o Mateus. E fiquei com pena de não ter trazido imensas outras peças mas não dá para enlouquecer. E as coisas para bebés? Irresistíveis.

Pena a loja estar um bocadinho fora de mão para mim (no Fórum Montijo). Ou então ainda bem. Ainda bem que está lá. Que eu sou pessoa com dificuldade em resistir. 

 

Fim-de-semana

No sábado fomos para o Porto depois do almoço. O Ricardo tinha de ir lá a trabalho e aproveitou para ir com o Manel ao jogo, nas Antas (o Martim ficou em Lisboa, a dormir em casa de um amigo que fazia anos). Eu deixei-os no estádio e segui para o hotel. Ficámos no Crowne Plaza, na Avenida da Boavista, e gostei muito. Os nossos quartos eram enormes, a cama... nem tenho palavras para aquela cama e aquelas almofadas, e ganhou logo um montão de pontos por ter produtos Castelbel, que são assim o céu em frasquinhos. E um céu nacional, ainda por cima. 

Instalei-me com a Madalena e o Mateus, a minha irmã e cunhado foram lá ter, e ficámos a ver o jogo na televisão. Fartei-me de gritar e de rir por imaginar os meus rapazes no meio dos sócios do Porto (foi para onde um amigo do Ricardo lhe arranjarou bilhete), sem poderem festejar condignamente cada golo.

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Depois do jogo, era suposto irmos jantar com amigos e com a minha irmã e cunhado mas uma falha de comunicação com a babysitter deixou-nos agarrados. Paciência. Resolvemos o caso da melhor maneira: jantámos no quarto e ficámos à conversa até às tantas. 

No dia seguinte, foi só tomar o pequeno-almoço (excelente, por sinal) e zarpar para Lisboa para almoçarmos com a minha mãe e com todos os nossos filhos e depois jantar com a minha sogra. Tive pena de não desfrutar mais do hotel, que era mesmo excelente, e de não experimentar o magnífico brunch, mas as nossas mães esperavam por nós. Obrigada ao Crowne Plaza pela forma como nos receberam. 

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