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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

We will always have Paris

Foram dois dias intensos em Paris com as minhas parceiras de escritório e a nossa querida decoradora Ana Rita Soares. 

Fomos na quarta de manhã e voltámos ontem à noite mas fizemos tanta coisa e divertimo-nos tanto que parece que estivemos lá uma semana inteira. Da Torre Eiffel ao Louvre (por fora, bem entendido, que por dentro carece de todo um outro tempo), passando pelo Sacré Coeur, sem esquecer o Moulin Rouge ou os Champs Elysees... esta maltinha andou um pouco por todo o lado. Até esbarrámos de frente com o malogrado Bataclan, onde ficámos em silêncio a imaginar o horror daquela noite.

Fomos a Paris por uma razão (que depois explico) mas agora queria mesmo só dizer que esta escapadinha me soube muito bem e que estas miúdas são mesmo as melhores companheiras que podia ter. 

NETVIDA*

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Minhas boas pessoas, porventura já ouviram falar do NETVIDA?

Eu por acaso já tinha ouvido falar, sabia que era um Seguro de Vida, mas não fazia ideia que era tão abrangente, que cobria tantas situações e que não obrigava a outras tantas, como outros seguros.

O NETVIDA da MAPFRE  Segurosé, na verdade, mais do que um seguro de vida. É um seguro de vida risco. O que é isso? Bom, é um seguro que garante o pagamento de um capital em caso de morte da pessoa segura em Portugal ou no estrangeiro, durante o período contratado. Além disso, permite que a pessoa segura possa usufruir do seguro em vida, no caso de incluir as coberturas complementares de invalidez, doenças graves, segunda opinião médica ou coberturas de assistência. E com a vantagem de podermos fazer este seguro totalmente online (se for necessário temos o apoio telefónico ou de um mediador).

 

Ok, mas então quais são as diferenças entre um seguro de vida risco e um seguro de acidentes pessoais?

A grande diferença é que no seguro de vida a cobertura principal de morte e as complementares de invalidez funcionam por doença ou acidente, enquanto que no seguro de acidentes pessoais essas coberturas apenas funcionam por acidente.

Então e as diferenças entre um seguro de vida risco e um seguro de saúde?

São seguros totalmente diferentes. O seguro de vida garante o pagamento de um capital por morte mas também por invalidez e doenças graves (se incluídas), e o de saúde garante o reembolso de despesas e/ou prestação de cuidados de saúde.

E pode-se comprar o NETVIDA apesar de já se ter outro seguro de vida risco?

Sim. Em caso de sinistro os capitais da maioria das coberturas podem ser acumulados com os capitais equivalentes de outros seguros de vida e/ou acidentes pessoais, e mesmo com indemnizações (por responsabilidade civil, acidentes de trabalho, segurança social). No entanto, deverão sempre comunicar ao(s) segurador(es) que têm estes seguros.

Para comprar o NETVIDA é preciso fazer exames médicos?

Na maioria dos casos não. Deverá apenas responder a um questionário médico antes da emissão da apólice. Caso alguma resposta o justifique, poderá ter de fornecer informações adicionais.

E é possível associar o NETVIDA ao crédito à habitação?

Sim, o NETVIDA pode garantir o pagamento do montante em dívida ao banco, em caso de morte (ou de invalidez, se contratada). Porém, é aconselhável que se verifiquem as condições do crédito à habitação para evitar alguma penalização que possa estar prevista.

Para que serve a cobertura complementar de Doenças Graves e que doenças inclui?

Esta cobertura garante uma ajuda financeira se for diagnosticada uma das doenças graves cobertas. O seguro adianta 50% do capital de morte, para usar livremente no que quiser (por exemplo, recorrer às melhores clínicas e médicos, pagar as despesas de acompanhamento, viajar). O doente pode, assim, concentrar-se na sua recuperação, pois a sua independência financeira e a da sua família fica assegurada. Em caso morte ou invalidez, após a doença e durante a vigência do seguro, será pago o restante capital (50% do capital de morte).

Oh, mas que doenças graves é que o seguro cobre? Na volta são só coisas simples...

Não! Há 3 tipos de cobertura: o primeiro cobre 6 doenças graves (cancro colorretal, cancro invasivo da mama, cancro da próstata, do pulmão e do útero e enfarte do miocárdio), o segundo cobre estas mais 14 outras (Acidente Vascular Cerebral,

neoplasia maligna, cirurgia por doença da aorta, coma, doença coronária que exija cirurgia, Doença de Alzheimer, Doença de Parkinson, Esclerose Múltipla, Insuficiência Renal Crónica, Paralisia, Perda da fala, Perda da Visão, Queimaduras Graves, Substituição e Reparação da Válvula Cardíaca, Transplante de Órgão Principal) e o terceiro cobre as anteriores e mais outras, num total de 26 doenças (Anemia Aplástica, Doença Neuronal Motora, Doença Hepática Terminal, Doença Pulmonar Terminal, Encefalite, Hepatite Viral Fulminante (Insuficiência hepática aguda), Meningite Bacteriana, Perda de membros, traumatismo craniano grave).

Muito bem. Outra coisa: o que são as coberturas de Assistência e 2ª Opinião?

Estas coberturas, inovadoras e pouco usuais nos seguros de vida risco, fazem do NETVIDA mais do que um seguro de vida. Ele é também um seguro/serviço que responde a várias necessidades dos seus clientes. Por exemplo: A Assistência Hospitalar e Ambulatória, em Portugal, inclui entre outros serviços: Admissão (check-in), Transporte, Transporte e Estada do Médico Assistente, Envio de Assistência Médica, Governanta, Baby-sitter e Apoio Escolar ao Domicílio. Já a Assistência em Viagem no Estrangeiro assegura, Transporte e/ou Repatriamento Sanitário, Prolongamento da Estada da pessoa segura, Transporte e/ou Repatriamento da pessoa segura Falecida, Extravio de Bagagens, Cancelamento da Viagem, Atraso no Voo.

Já a 2ª Opinião Médica dá à pessoa segura, com residência permanente em Portugal, a possibilidade de solicitar à MAPFRE ASSISTENCIA uma segunda opinião médica, em caso de diagnóstico de doença garantida pela cobertura de Doenças Graves (se contratada) feito por médico da especialidade.

E existe um período de carência?

Apenas para as coberturas de Doenças Graves e 2a Opinião Médica: 90 dias a contar da data da compra.

 

Pessoalmente, acho este seguro muitíssimo interessante. 

Informem-se. Façam uma simulação. Eu sei que falar em doenças, acidentes, morte... é uma chatice do caraças. Mas convém fazê-lo e pensar no assunto antes de acontecer alguma coisa! Depois... bom, depois é tarde!

Simulações AQUI

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*post escrito em parceria com a MAPFRE Seguros.

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Terminam hoje...

... as votações para os Pumpkin Awards.

Eu cá não me importava de ganhar a categoria de "Melhor Blog para Famílias", mas neste momento queria mesmo era que votassem. Não é preciso votarem em todos os itens da lista! Podem cingir-se às coisas que saibam responder. O que importa é que votem porque por cada voto a Pumpkin vai doar 5 cêntimos à causa vencedora da categoria "Melhor Causa Solidária para Famílias e Crianças".

Vamos lá? Se não gostam do Cocó votem noutro blogue. Se gostam.. votem no vosso Cocó

AQUI está a lista completa de categorias.

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Está a chegar...*

 

O Dino e os seus amigos andam sempre metidos em peripécias. A partir de dia 1 de Junho, os miúdos vão poder acompanhar tudo! E os pais também, pois claro. 

 

*post em parceria com a Danone

Sai um inquérito fresquinho

Da última vez que fiz aqui um inquérito (que por acaso também foi a primeira), foi um sucesso. A malta gostou, respondeu animadamente, acabou a sonhar que enriquecia (o inquérito era sobre ganhar uma forturna) e foi um momento bem passado (que é o que se quer).

Ora ontem, depois de fazer o post sobre a reportagem da 2, que falava do tabu que é o fim da amizade, recebi tantos comentários e emails que achei logo que o que ia bem era um questionário. Assim só para não ficarem a achar que esta tristeza de perder amigos é coisinha que só acontece convosco. Uma espécie de terapia de grupo mal atamancada (mas quem dá o que tem a mais não é obrigado).

Fiquem então com este bonito questionário, muitíssimo científico, e divirtam-se. Ou chorem. Ou descabelem-se. Façam catarses. Desabafem. Ponham cá para fora!

 

O fim da amizade é um tabu

E ESTA reportagem é tão importante. Ter-me-ia feito ainda melhor lê-la há 3 anos. Talvez não me tivesse sentido tão sozinha. Mas agora também soube bem. Está lá tudo: a culpa, a frustração, a busca incessante pela falha, a confrontação de nós com um "eu" que não reconhecemos. 

Perder um amigo dói tanto como perder um grande amor. Perder um amigo pode ter um impacto quase tão profundo como um divórcio. Sobretudo porque tudo nos prepara para o fim das relações amorosas mas nada nos prepara para o fim de uma amizade, tal como se diz nesta belíssima reportagem da 2.

«"Quando o amor acaba, a tragédia é minimizada porque já sabíamos que "o amor acaba". O fim de uma amizade é uma surpresa mais chocante", escreveu numa crónica para o PÚBLICO, em 2008, intitulada Teoria geral do ex-amigo. "A mitologia diz que os amigos são indestrutíveis e eternos. Há, por isso, um grau de decepção no fim de uma amizade que cobre de vergonha os envolvidos."

De um amor que desaparece pode dizer-se que se confundiu o amor com uns olhos azuis, como ironizava Mexia na crónica. "Nunca mais me apaixono", ouve-se tantas vezes. Vale o que vale, mas quem já não viu alguém mais ou menos abalado fazer essa promessa? 

Bem mais improvável será ter ouvido: "Nunca mais vou ser amigo." Em suma, diz Mexia: "Nunca achei que a amizade fosse mais importante do que o amor, nunca comprei essa tese, mas, curiosamente, do fim do amor pode falar-se abertamente", as pessoas acham isso normal. Enquanto do fim da amizade "tem-se pudor em falar".»

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Deus é assim como o quê?

O nosso querido amigo Paulo Duarte, padre jesuíta, esteve connosco este fim-de-semana. 

Conversou muito com a Madalena e até a levou ao colo para a caminha, quando ela ferrou no sofá.

Trouxe-lhe um presente, que ela nunca mais largou: um livro com cartas de crianças de todo o mundo para o papa Francisco e as respectivas respostas que ele lhes deu.

Quando o Paulo perguntou à Mada o que é que ela gostava de perguntar ao papa, pensou um pouco e depois disse:

- Gostava de lhe perguntar como é que é Deus.

Talvez seja dos exercícios mais difíceis, este de tentar percepcionar uma entidade sem rosto, sem forma, sem existência palpável. Parece-se com quê? Tem feições humanas? É feito de vapor, como uma nuvem? Terá o aspecto de uma rocha? Será como o homem-invisível?

Não sei a resposta. O que sei é que é sempre precioso ouvir uma criança a pensar.

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