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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Passatempo Electrolux: só mais um bocadinho

Meus bens:

Ainda não consegui divulgar o nome do vencedor deste bonito passatempo porque tivemos tantas, mas tantas, mas tantas participações que ainda não consegui ler todas. Ainda por cima houve quem estivesse inspirado e tivesse escrito verdadeiros romances. Se eu pudesse dava máquinas de lavar a todos, mas como não posso têm de esperar só mais um bocadinho, está bem? Tenho de fazer uma pré-selecção e, de seguida, a marca escolhe o vencedor. Mas isto é in-ter-mi-ná-vel.

A máquina de lavar Electrolux com a tecnologia Time Manager vale a espera, acreditem. 

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Esbelt: cintura de vespa sem bisturi (mas com algum esforço, que nada é fácil nesta vida)

Há tempos fui contactada por uma pessoa que conheço aqui dos mundos virtuais mas por quem tenho uma daquelas simpatias à distância. Ela, que é a directora de comunicação e imagem da Esbelt-Brazilian Bodywear, queria oferecer-me umas cintas daquelas que apertam a pessoa até à alma. Garantia ela que, apesar daquilo apertar muito, eu ia sentir muito conforto e que ia corrigir a postura e que ia ficar com a silhueta muito definida e que, a reboque, ainda ia conseguir que os refegos em excesso fossem sendo reduzidos, com o tempo de uso. Eu, que sou pessoa permeável a cenas que me façam encolher, disse "venha de lá essa cinta".

Vieram duas. Uma para usar no dia-a-dia, a outra para usar enquanto fizesse desporto. Olhei para as ditas cujas e pensei: eu nunca, mas nunca vou conseguir entrar aqui. E mandei-lhe um email, a dizer isso mesmo. Que se tinha enganado no número, que aquilo era para pessoas sem tripas e que eu, por acaso, até tinha um intestino generoso, a avaliar pelo perímetro abdominal. Ela garantiu que não, era assim mesmo, que era suposto ficar MESMO apertado.

Bom. Passou-se algum tempo até que eu tivesse coragem de me enfiar dentro daquilo. Pedi ajuda ao Ricardo. Foi preciso força, foi preciso empenho, foi preciso suar. Mas lá entrei. A primeira sensação foi de que as vísceras talvez me saíssem pela boca. Ou que, se tivesse o azar de tossir, possivelmente me sairía um pulmão por um ouvido. Depois, senti uma profunda solidariedade e simpatia para com todas as damas antigas que tinham de se enfiar diariamente num espartilho. Por fim, levantei-me, vesti-me e fiquei a apreciar as diferenças. Não há dúvida de que a pessoa encolhe. Fica torneadinha, com a cintura bem definida e as borregas escondidas da vista (e que bem que ficam escondidas da vista). E o mais impressionante é a sensação de conforto. As costas parece que voltam ao lugar delas, o corpo fica mais direito, parece que até se cresce uns centímetros (o que no meu caso também é simpático). 

Ainda não fiz desporto com a cinta, confesso. Mas já não é por receio de cuspir o fígado durante um burpee. É mesmo porque sempre que vou treinar ou correr vou tão à pressa que ainda não tive tempo para me enfiar na bendita cinta. Mas hei-de experimentar. Estou convencida de que até a postura da corrida há-de ficar melhor. Ah, e diz que também é muito útil no pós-parto, algo que já não serei eu a atestar, desculpem lá qualquer coisinha.

Agora só falta mesmo comprovar que as gordurinhas recolhem, com o uso. Isso é que era mesmo brutal. 

E pronto. É isto. Custa fechá-la. Custa. Mas o resultado compensa muito. E sem ir à faca. 

Obrigada, E.! 

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