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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Está fixe, está sim senhor

Depois da maldita compra na Pixmania (da qual resultou o sumiço da massa bem como do produto desejado), depois da ruptura do menisco, do drama com a Coca, depois de uma crise familiar próxima, hoje foi o meu telemóvel que faleceu. Sem que nada o fizesse prever, morreu durante o sono. Ainda vivia antes de me deitar - sei porque tinha apenas 2% de bateria e liguei-o ao carregador -  e, a meio da noite, quando tentei ver as horas... já ele tinha entregue a alma ao Criador. Nem um ai nem um ui - o mesmo é dizer, nada de maçã à vista.

Hoje entreguei-o aos cuidados da iServices, onde já me safaram uma vez, mas o caso está bicudo. Liguei por várias vezes mas o pobrezinho continua sem dar sinal de vida. Ficou internado.

Aos amigos que me possam tentado ligar, fica o aviso: ainda não fui operada, não viajei para parte incerta, não estou zangada convosco. Não atendo porque o meu telefone está cadáver. A ver vamos se conseguem fazê-lo renascer. 

 

(depois disto, mais duas: o Ricardo está a vomitar como uma pescada e eu tenho uma gripe do tamanho de um cruzeiro. Está mesmo bom, isto por aqui)

Os amigos são a família que escolhemos e eu tenho uma família maravilhosa

Tenho muita sorte. Mesmo. Os meus amigos têm sido incansáveis. Entre telefonemas, mensagens, emails, visitas marcadas e visitas-surpresa tenho-me sentido sempre muito aconchegadinha.

Na sexta-feira, a Raquel convidou-me para almoçar lá em casa no sábado, mas eu expliquei-lhe que não seria possível, que a minha mãe tinha acabado de perder a sua grande amiga e que no sábado não queria mesmo deixá-la sozinha. Ela insistiu "Traz a tua mãe!", mas eu sabia que a última coisa que a minha mãe queria era animação de qualquer espécie. Agradeci muito mas tive de recusar. A seguir foi o Vasco, marido da Raquel, a mandar uma mensagem a dizer que já sabia que ia haver convívio lá em casa. Tive de explicar que infelizmente não ia dar, que tinha mesmo de almoçar com a minha mãe. E assim foi. No sábado levámos a minha mãe a almoçar e, a certa altura, recebi uma mensagem da Raquel a dizer que já que não tinha havido almoço contavam connosco para um lanchinho lá em casa. Ok. Lanchinho podia ser, até porque a minha mãe ia estar com uma amiga à tarde.

Mal sabia eu.

Quando cheguei a casa da Raquel... surpresaaaaaaa!

Os meus amigos das corridas, coisas mais queridas de sua Cocó, lá estavam, escondidos, a gritar "Menisco, menisco, menisco!" Na mesa... marisco. Estava montado o Festival do... MENISCO. 

Eu? Eu ainda nem tenho palavras.

 

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#Receitaperfeita da Páscoa. Aconteceu na sexta e foi... mesmo perfeita!

Depois de um dia em que tudo me aconteceu (desde a morte de uma cadela com 13 anos que era como família à ida ao médico que me deu o veredicto e marcou a cirurgia, passando por um drama familiar súbito e perturbador, sem esquecer a logística de encaminhar 4 miúdos até uma festa de aniversário em Carcavelos), fui à Sephora para ser maquilhada porque estava com uma cara que mais parecia a parte de trás de um acidente. A maquilhadora Joana Morais teve realmente um desafio pela frente. Às tantas disse: "Ah, estes olhos estão tão congestionados..." Pois. O resultado foi óptimo e, assim com outro aspecto, cheguei ao Cooking Memories, em Cascais, pronta para uma noite que havia de fechar o dia com chave de ouro.

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Os convidados foram chegando e a boa disposição instalou-se em menos de nada. A Mónica é, além de uma chef de mão cheia, uma excelente anfitriã. O mesmo se pode dizer da Raquel - além de boa fotógrafa enche uma sala, benzádeus. 

 

Eis os 12 vencedores do passatempo Workshop #Receitaperfeita, já em plena animação. É clicar na seta da direita para ver as fotos: