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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Dia de aniversário

Passear com ele (que tirou um dia de férias para ficar comigo), esplanadar, abraçar uma amiga de infância pelo caminho, ir ao cinema ver um filme cujo livro já tinha começado mas não tinha ainda acabado de ler (o arrepiante "Gone Girl" de David Fincher, baseado no romance de Gillian Flynn), jantar em família.
Hoje fazia anos outra vez, ainda que isso implicasse envelhecer um ano sem o ter vivido, se fosse para passar o dia a dois. Ando mesmo precisada de sossego e namoro.

Um dos meus presentes de aniversário

A Mariana já recebeu a sua cadeira eléctrica, o que me deixa muito feliz.
Entretanto, já transferi o valor angariado por muitos dos leitores que leram o apelo. Um apelo que foi deixado na sexta e retirado na própria sexta, quando tive a informação da Pólo Norte que já tinha conseguido a cadeira. Apenas umas horas e conseguimos um valor muito simpático que vai agora para ajudar um bocadinho a Mariana, que é da Terceira mas está a estudar em São Miguel, e cuja mãe e padrasto estão de baixa, o que faz com que a vida não seja propriamente muito desafogada.
Deixo-vos os comprovativos do saldo conseguido, da transferência correspondente e do sorriso da Mariana.




41

Hoje faz 41 anos que nasci. E estou muito contente com isso, porque gosto mesmo de andar por cá.
Obrigada aos meus pais que tiveram a belíssima ideia de me fazer.
Obrigada à vidinha, que tem sido generosa comigo.
Obrigada à família que entretanto construí, e que é melhor do que alguma vez podia imaginar.
Se isto continuar assim nem precisa melhorar. Mas se melhorar, melhor ainda!
Parabéns, eu!

O regresso

Sabem quando algo é tão bom, tão bom que dá a volta e vira mau?
Assim foi este fim-de-semana.
É que foi tão bom, tão bom que o regresso não podia ter sido pior.
Os miúdos aos gritos.
Em overacting.
Com discussões intermináveis.
À pancada.
A chorarem, à vez.
Eu a perder as estribeiras meia hora depois de ter metido a chave à porta.
A casa cheia de gente, numa barulheira infernal.
Nem consegui jantar.
Foi como sair do Paraíso directamente para o Inferno, sem passar pelo Purgatório.

Quero voltaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar!!!!!!!!!!!!!


Herdade do Moinho Novo

Foi a descoberta do ano. A 60 km de Lisboa, em Canha, Concelho do Montijo, fica a Herdade do Moinho Novo. E porque é que digo que é a descoberta do ano? Porque fica pertíssimo de casa e porque é num sítio tão bonito e tão sossegado e porque fomos tão bem tratados que chegou a doer quando viemos embora. Uma das coisas que mais me impressionou, além da beleza do lugar, foi o silêncio. Um silêncio tão fundo que a minha cabeça, pouco acostumada, parecia ter entrado em vácuo. Dormi três horas no sábado a seguir ao almoço, dormi 9 horas nessa noite, e hoje voltei a dormir mais duas horas antes de almoçar (e julgo que teria continuado a repor o sono se lá tivesse continuado).
A herdade conta com 8 casinhas de madeira, cada uma com o seu tema: Casa Futuro, Casa Belle Époque, Casa Vintage, Casa Sem Nome, Casa Floresta, Casa Industrial, Casa Central e Casa Colonial. Nós ficámos na Belle Époque. E era tão querida…









O José Carlos, que é o proprietário da herdade, fez de tudo para nos proporcionar uma estadia perfeita. Almoçámos e jantámos à mesma mesa, com outros hóspedes, e soubemos um pouco da sua história. Descobrimos que vivemos ambos em Benfica e frequentámos os mesmos lugares e até tivemos amigos em comum. Depois, ele seguiu Agropecuária e, há 17 anos comprou aquela herdade e mudou-se para ali. A Herdade do Moinho Novo começou por ser exclusivamente de criação de avestruzes. Depois, passou a ser de produção de carne biológica (e ainda é - há 90 cabeças de gado). Mas continuou a crescer e agora, desde há um ano, tem também o alojamento com as 8 casas. E também tem hotel para cães, é possível fazer festas de aniversário, eventos vários, e até casamentos. É possível ainda alimentar os bichos, coisa que faz delirar as crianças, e andar de jipe pela herdade a conhecer tudo (esta parte passei porque a minha barriga não se compadece com muitos saltos e ressaltos).




Fomos sem os miúdos porque o intuito era mesmo descansar muito mas é um sítio perfeito para levar as crianças. E ficámos cheios de vontade de ir com vários amigos porque podemos ficar em casas separadas, preservando as respectivas intimidades, mas suficientemente próximas para fazermos a rambóia na Casa Central ou jantaradas na casa de um ou de outro. Estou já a pensar na próxima. 

Sexta-feira

A festa dos 40 anos da João foi boa mas boa.
Dancei até às duas e tal da matina (com muitos intervalos em que me sentei) e, sobretudo, pude partilhar com a minha amiga de há tantos anos a sua alegria. Ia ficar mesmo triste se não tivesse estado presente nesta noite especial. Obrigada, baby M pela compreensão. :)




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