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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

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Ainda nas minhas arrumações, decidi atirar-me aos armários que tenho por debaixo dos lavatórios das casas de banho. Um deles não recebia uma visita minha há muuuuuuito tempo. Conclusão? Boas notícias! Nos próximos anos não vou precisar de comprar tampões nem lenços de papel.



Ideias, ideias, ideias

É tão bom quando novos projectos começam a ganhar forma... Tão bom quando dormimos com um caderno e uma caneta na mesa de cabeceira porque as ideias não param de chegar, mesmo quando se dorme, e é preciso escrevê-las para que não se esfumem com o amanhecer. Este período é sempre horrível porque representa o fim de umas semanas perfeitas de sossego e felicidade ao lado de quem se ama, mas também tem um lado bom, de recomeço, de renascimento, de «bora lá então pensar em coisas que tornem tudo isto menos chato e mais estimulante». Tenho taaaaantas ideias giras! Agora é só tentar pô-las em prática.

Síria: drama sem fim à vista

Pai beija o filho morto, após um bombardeamento

Em nome de quê ou de quem, isto? 
Uma imagem, esta imagem vale mais do que mil, cem mil, um milhão de palavras. Ou então não vale nada. Porque nada muda. Hoje é na Síria, amanhã será noutro lugar qualquer. 

Partilhem no vosso facebook, clicando no botão aqui em baixo. Nunca se sabe se não há um dia em que uma imagem como esta, difundida até à exaustão, possa mesmo valer alguma coisa e mudar alguma coisa.

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Ontem adormecemos ambos embalados pelo roncar dos nossos estômagos. Ah pois é: buchozinhos acostumados a tudo e mais alguma coisa agora não se querem ficar com uma sopinha frugal. Agora é aguentar os seus rugidos e assobiar para o ar.
Hoje, continuando na saga dolorosa do regresso... dentista! Uma desgraça nunca vem só.

Pilares da Terra

Li o primeiro volume nas férias e gostei muito. Agora, estava a fazer zapping e eis que me deparo com a série no AXN. Estou encantada, a ver que cara foi atribuída às personagens do magnífico livro de Ken Follett. Jack, uma das personagens, está exactamente como imaginei. Tanto que até parece que vieram buscá-lo directamente ao meu cérebro. Tom também está lá perto. Aliena idem. Menos parecido com o que tinha desenhado na minha cabeça está o estúpido William, bem como a sua hedionda mãe, Regan Hamleigh (Sarah Parish, mesmo com aquela ferida na cara, está muito longe de ser tão horrível como é descrita no livro). Enfim, estou a adorar este exercício, tipo «descubra as diferenças».

Monólogo

Ricardo para a coelha:
- Então? Voltaste, hein? Estás boazinha? Gostaste das férias? E já falas?
...
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- Nada, não é? Pois.

(tal pai, tal filha. Ela fala com osgas, ele com coelhas, e ambos esperam que os bichos lhes respondam. La Fontaine, se os conhecesse, havia de os adorar)