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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

My Funny Crochet

Recebemos, eu e pequena Mada, estes dois miminhos da tia Vany. Um para cada uma. Gostámos muito e ficamos super natalícias! Obrigadaaaaaaa!

Conheci a Vany há já uns aninhos - trabalhámos lado a lado - e desconhecia o seu talento para estas coisas. Mas andei a ver o facebook da My Funny Crochet e gostei de vários acessórios fofinhos. Ora vejam lá:



Fazer sorrir

Na última semana do ano de 2011 a Ikea entregou cerca de mil peluches às crianças internadas nos serviços de pediatria dos hospitais Santa Maria, Maternidade Alfredo da Costa, IPO em Lisboa, Garcia de Orta em Almada, hospitais Maria Pia e São João, no Porto, e Pedro Hispano, em Matosinhos. E foi bonito ver o sorriso das crianças. A cocó foi convidada a estar presente nesta acção solidária e agradece sempre que pessoas ou empresas se lembram de quem mais precisa.


 


Missão cumprida

Acordei às 6.50 com o despertador, dormi mais uns minutos, ela chorou a pedir o leitinho da manhã, levantei-me e marrei com uma porta, ele mandou-me para a cama, eu obedeci, trôpega, depois tornei a levantar-me, feia-feia-feia, inchada e trombuda, com muita vontade de dizer palavrões por ter de obrigar o corpo a mexer-se tendo tanto mas tanto sono. Fui buscar a roupa de um. Fui buscar a roupa de outro. Ajudei um a vestir-se, ajeitei a roupa ao outro, mandei lavar dentes, procurei sapatos, arranjei o lanche da manhã. E depois fiquei a acenar-lhes à porta, aliviada por terem terminado as férias de Natal e termos feito bastantes coisas giras, e por poder, finalmente, trabalhar como gente grande.

Ruminar como uma vaca, eis o meu novo lema

Eu já tinha ouvido dizer - muitas vezes, até - que comer devagar fazia muito bem e que ajudava a saciar o apetite voraz e coiso e tal. Mas a notícia que acabo de ler vai muito além disso. Vem no JN e diz assim:
«A velocidade com que ingerimos os alimentos tem influência no peso corporal e comer devagar tem resultados na diminuição do índice de massa corporal, revela o estudo realizado por Júlia Galhardo, que ganhou o prémio Henning Andersen da Sociedade Europeia de Endocrinologia pediátrica.
A investigação durou um ano e teve por base 500 jovens obesos acompanhados no Hospital Pediátrico de Bristol, em Inglaterra, com o objectivo de estudar as hormonas que estão relacionadas com os hábitos alimentares.
Segundo a investigadora portuguesa, o trabalho mostrou que tornar o processo de ingestão de alimentos mais lento tem resultados comparáveis aos das cirurgias bariátricas, ou seja, as operações para reduzir o tamanho do estômago de pessoas com elevado nível de obesidade.»

Ora bem, se comer devagar tem o mesmo efeito que uma banda gástrica, esta que aqui vos escreve vai começar já daqui a bocadinho a tomar o pequeno-almoço. Lá pelas oito da manhã terei terminado. Vai ser toda uma nova vida, dedicada à ruminação.

Sobre o post anterior

Fiz a pergunta e, como seria de esperar, as opiniões dividem-se. Há os que não perdoavam nem mortos, há os que perdoavam de caras, há os que não arriscam uma resposta porque só quem está no convento é que sabe o que lá vai dentro. Esses, quanto a mim, são os mais acertados. É nesse grupo que me incluo. Porque não sei que casamento foi aquele, porque não sei que relação extra-conjugal foi a da senhora, porque não sei nada, na verdade. Também houve quem dissesse: «Ah, se ela guardou as cartas é porque a relação foi muito forte.» Não penso assim. Guardo tanta tralha... tenho até - imaginem - piropos escritos em guardanapos por clientes, quando eu estudava e tinha um part-time no Yellow Cab das Amoreiras (para quem não sabe, era um restaurante de hambúrgueres). Eu era gira e jeitosa e havia rapazes (e até homens feitos) que me deixavam bilhetinhos escritos no papel da mesa ou no guardanapo, e eu, por ser pessoa que não se desliga facilmente das coisas, ainda os guardo numa caixinha. Já lá vão... ora deixa cá fazer as contas... mais de 20 anos (glup). Também guardo postalinhos e cartas e recuerdos de namoricos e namoros mais sérios, tudo enfiado em caixas dentro da arrecadação. Faz parte da minha vida, de quem eu sou, de quem eu fui. E não consigo ver-me livre disso. Quem sabe se a senhora não é como eu?
Se me perguntarem se fosse comigo... pois eu acho que perdoaria. E só não digo que tenho a certeza absoluta que perdoaria porque, lá está, quem está no convento é que sabe o que lá vai dentro, e só vivendo a situação é que se pode dizer o que se sente e o que se faz. Mas como poderia deitar pela janela fora 77 anos de vida em comum, por culpa de um acontecimento ocorrido há tanto tempo? Um amor com 5 filhos, dez netos... um amor praticamente até à morte, um caso raríssimo de longevidade... para acabar sozinha e ressentida e triste? Orgulhosamente só? Não me parece. Acho que o meu coração ia preferir perdoar, quem sabe até compreender. Esta coisa de sermos uns dos outros, como os móveis e as casas, não é, quanto a mim, assim tão linear. Somos humanos. Cometemos erros. Cruzamo-nos com muita gente. Sentimos coisas que não sabemos explicar, por muito racionais que sejamos. Não atiro pedras nem cuspo para o ar. Geralmente levo com tudo em cima. Mas gostava que o senhor reconsiderasse. E que aqueles dois, que eu não conheço mas por quem já sinto uma estranha simpatia, pudessem ser mesmo felizes para sempre. Até que a morte - que já não há-de vir longe - os separasse.

Do perdão (ou não)

Foi uma das últimas notícias que me marcou no ano anterior. Um italiano de 99 anos, casado há 77, decidiu pôr termo ao seu casamento. A razão? Pois parece que o senhor descobriu, na gaveta de uma cómoda, as cartas de amor que provavam que a sua mulher, de 96 anos, lhe tinha sido infiel. A infidelidade deu-se na década de 40, ou seja há 60 anos.
A notícia insólita pôs um sorriso nos lábios da maior parte dos pivôs dos noticiários. A mim, porém, não me fez rir. Fiquei desconsolada. Um casamento de 77 anos que termina assim. Vão morrer os dois tristes por culpa de algo que se passou há mais de meio século. Algo que, na justiça, já teria prescrito há muito. Mas no coração daquele senhor não prescreveu.
E então deixo a pergunta: e se fosse com vocês? Perdoavam ou não?

Primeiro passatempo do ano

Espero que tenham entrado em 2012 com o pé direito (eu entrei com uma crise de fígado e com enxaquecas das beras, que é para aprender a não ser bruta).
Ora então nada como começar o ano com um passatempo maravilhoso. A Cocó, a Pumpkin (um site de serviços para a família) e o Oceanário têm bilhetes para a peça que está a decorrer no Oceanário. O musical infantil «Careta, a Tartaruga que defende o planeta!»  conta a aventura da tartaruga Careta numa grande viagem através dos oceanos. Aqui a rapaziada de casa já foi ver e gostou muito.
E então o que preciso fazer para ganhar uma entrada dupla para este famoso espectáculo do Oceanário? Basta enviarem uma frase gira e original com as palavras «Tartaruga Careta» e «Pumpkin» para passatempo@pumpkin.pt. As frases serão todas publicadas no facebook da Pumpkin. As 5 frases com mais likes/gostos até dia 21 serão avaliadas pela Cocó, pelo Oceanário e pela equipa da Pumpkin que escolherão as duas melhores frases, que irão receber um bilhete duplo para o musical.

Agora toca a concorrer para começar o ano logo com o pé direito! Divulgamos os resultados no dia 25 de Janeiro.

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