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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Resultados do passatempo Por um Fio

Ora então cá vai. Os vencedores do passatempo Por um Fio são:

Rui Gonçalves:
«Eu mereço ganhar uma peça Por um Fio porque devo ser o único homem a ter coragem de participar nesse passatempo para oferecer à minha mulher uma surpresa que ela iria adorar. E ela merece ganhar uma peça Por Um Fio porque a marca é a cara dela: original mas com bom gosto, requintada mas jovem, enfim, linda!»

Sofia Francisco:
«Eu mereço ganhar uma peça Por um Fio porque...
Sou uma mocinha de quarenta e um anos que passa a vida a correr
Mas nunca me esqueço de ser mulher e como é bom viver!

Queria tanto um novo fio
Para poder brilhar com pinta
E mostrar ao mundo inteiro
Que os quarenta são melhores que os trinta!»

Irina Alves:

Eu mereço ganhar uma peça Por um Fio porque:
Sou mulher de pescoço fino e airoso capaz de suportar um colar vistoso,
Se ao peito uso alfineteira, no pulso, da Por um Fio uso uma pulseira,
Se a cabeça abanar com afinco, por certo todos repararão no meu brinco,
Para me tornar na mulher certa,
Nada mais preciso do que deste vale oferta.

Por último, a Por um Fio quer também oferecer um vale à Maria José Mendonça. Uma mulher com uma história difícil (tão difícil), que nos tocou a todas, e que merece este miminho para lhe dar algum alento.

Parabéns a todos! Em breve serão contactados.


Halloween

Ontem foi noite de andar a acompanhar um bando de miúdos mascarados de monstros, mortos-vivos e similares, enquanto tocavam às campainhas gritando: «Doçura ou travessura?» Começaram por ser oito putos, os meus dois incluídos, às tantas eram 11.
Foram cinco prédios, ao todo. Eu nunca aparecia aos moradores. Ficava na escada, só à coca a ver se não havia nenhum azar. Mas acompanhei-os em todas as subidas e em todas as descidas, e atravessei a estrada com eles, e foi uma animação. Não fui ao Bootcamp mas bem que me cansei. Posso dizer que eram 22.30 e já eu dormia profundamente (a coisa deu-se entre as 19h e as 21h).
Já sei que isto é uma coisa importada, uma americanice que nada tem que ver com a nossa cultura e tradição. Sim, nós por cá temos o Pão por Deus, que era uma forma dos pobrezinhos comerem alguma coisa em dia Santo. Mas nós, felizmente, não temos falta de pão nem de comida. E os doces são um miminho que lhes sabe muito bem e que, com a colheita fantástica que tiveram, darão para o ano inteiro (até ao próximo Halloween). Por isso, a mim não me rala nada a importação da brincadeira: foi uma noite bem divertida. E hoje foi bom vê-los a partilhar, irmãmente, tudo o que receberam.

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