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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Obrigada, mamãe

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Ora então: mamãe ofereceu a figura que me faltava ao presépio da Atlantis. Desgraçadamente, aqui há 7 anos, a Nossa Senhora estatelou-se no chão e ficou em mil pedaços. Eu, que adorava aquele presépio, fiquei tristíssima. Escusam de vir apedrejar-me, por ser ateia e gostar deste presépio, porque já sabem que a incoerência é o meu nome do meio. Para mim, este presépio é a representação da família: pai, mãe e pequeno rebento. E é uma obra de arte lindíssima que, por culpa do meu descuido, estava incompleta havia 7 anos. E que me fazia olhá-la e pensar: "esta família não tem mãe... será um sinal? Será que vou quinar?" (enfim, já perceberam que sou doida, não é preciso mais explicações).
Por isso, fiquei muito contente por ter de volta a Nossa Senhora do presépio, que para mim representa a mãe e, no fundo, represento eu, regressada a casa.
Os brincos são um encanto, tão queridos, feitos à mão pela artista Patrícia Novais, que tem peças tão mimosas e delicadas de se chorar, e que exporta para Nova Iorque e mais não sei quantos sítios, e é um sucesso nacional.
O chapéu é para a minha colecção de chapéus e boinas, que eu adoro.
Obrigada mummy!!

Obrigada aos meus amores cá de casa

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A bicicleta é linda e desliza que é um espectáculo e tem luzes e uma cesta e um banco em gel para não me magoar o real traseiro e um descanso para não tombar quando está parada e uma bolsinha para guardar mariquices. Adoro-a e baptizei-a de Carlota, não me perguntem porquê.
Os ténis são fantásticos e vão permitir-me andar quilómetros, na bicla ou nas pernas, que eu ando douda e sempre em movimento.
Adorei os meus presentes cá de casa.
Na véspera, o Martim confidenciou-me: "Eu sei o que é o teu presente... queres que te diga?" Lá lhe expliquei que não, que preferia que continuasse a ser surpresa e que o pai havia de ficar muito triste se ele me contasse. Não contou. Depois, daí a um bocado, passámos por uma bicicleta. Vi-o a olhar para ela e, espontaneamente, começou a cantar os parabéns a você. Ri-me para dentro. E no dia seguinte confirmou-se. E eu amei! Obrigadaaaaa!

Para quem gosta de saber de onde são as cenas:
Bicicleta: Decathlon.
Ténis: Timberland.

37

Consigo, assim de repente, lembrar-me de mil e uma melhores maneiras de começar o dia de aniversário do que no consultório do neurologista. Mas pronto. Calhou assim e a verdade é que já não vou para nova, de modos que isto agora deve ser sempre a percorrer senhores doutores, a ver se compõem o que se vai descompondo.
Isto para dizer que faço 37 anos e que adoro a minha vida e que não me imagino a ser feliz como sou em nenhuma outra vida. Acho que é por isso que tenho tanto cagaço da morte. Porque a verdade, pessoas, é que eu gosto mesmo de estar cá.
Parabéns, eu!

Sugestão

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O nosso primeiro-ministro insiste no TGV, apesar de estarmos praticamente na bancarrota, apesar de todos os analistas considerarem que é um erro, que não temos dinheiro para o pagar e que ainda nos afundaremos mais, caso a obra siga.
O que eu sugiro é que alguém ofereça a José Sócrates um comboiozinho eléctrico, daqueles que andam às voltinhas e apitam e tudo. Cheira-me que isto é um trauma de infância. O TGV representa o brinquedo que o primeiro-ministro nunca teve. Dêem-lhe um, por favor!

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