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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

24 Horas

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Não era o "meu" jornal. Mas era um jornal. Pode dizer-se o que se quiser dele. Mas era um jornal. E lá, trabalhavam pessoas. Jornalistas e não só. E agora fechou. E com ele, também, o gratuito Global, do mesmo grupo. A todos os que se vêem, agora, aflitos, a minha profunda solidariedade. E uma daquelas coisas que se dizem sempre, mas que são sentidas e que, ainda por cima, são verdadeiras: tudo aquilo que agora vos parecer o fim do mundo, não é. É só o fim de uma etapa. Virão outras. E, calhando, até bem melhores.

P.S: Devo, ao 24 Horas, muita da pressão que fiz junto do Hospital Cuf Descobertas, para que o pai assistisse ao parto da Madalena. Foram eles que se interessaram pela história que aqui contei no blogue. Todos os pais que agora podem assistir às cesarianas na Cuf Descobertas devem-lhe um bocadinho essa possibilidade. Eu não me esqueço. Obrigado. Boa sorte a todos.

Fome

Hoje, provavelmente por ter visto tanta iguaria ontem e por não lhe ter tocado, sou uma pessoa com fome. Muita fome. Tanta fome. Oiço o roncar do meu pobre estômago e chego a assustar-me: será trovoada, será um terramoto, será um vulcão, uma bomba atómica? Ah, não, são as minhas vísceras a pedir alimento.
Aiiii, canário mais a isto.

E os vestidos que ela ganhou?

E t-shirts e calças e sapatos e eu sei lá. Coisas tão giras! Hoje está com um vestidinho que a minha irmã e o Bin deram. Não se aguenta. Daqui a bocado já faço um post carregadinho de soberba, para pôr os anónimos todos a espernear. É só acabar um textinho para as Selecções do Reader's Digest e já trato disso.

Língua de fora

Ontem só vi pequena Mada às 19.00. Saí cedo, dividi-me em trabalhos diversos e só voltei a casa ao final do dia. Só então pude pegar na minha bicha e dar-lhe dois milhões de beijinhos. A família veio jantar e éramos 14 à mesa. Comi a sopinha da ordem, não toquei na carne assada com ameixas e ananás, nem no arroz, muito menos nas batatas fritas, no vinho, e no bolo de anos (quer dizer, deste provei uma micro-colher). Fico sempre com a sensação de que, nestes dias em que a mesa é farta e a privação terrífica, devíamos emagrecer logo 3 quilos, como forma de nos compensar pela força de vontade de não nos atirarmos a tudo como se não houvesse amanhã.
A Madalena esteve sempre muito bem disposta, os manos também, mas o Martim chorava, de vez em quando, com dores de ouvido. Às tantas, começou a escorrer-lhe pus do ouvido, sinal de que o tímpano foi perfurado e o choro tinha razão de ser. Conclusão? Hoje já vai começar a antibiótico e ficou em casa comigo. O irmão, que se estava a vestir para ir para a escola, fez uma carinha de Bamby, e eu perguntei-lhe se queria ficar, uma vez que já não está a ter aulas mas só brincadeira. Quis. De maneira que, depois do dia tresloucado de ontem, hoje vou ficar a trabalhar com 3 crianças em casa. Uiiii... cheira-me que logo vou cair para o lado lá pelas 20h.
Quanto ao primeiro aniversário da bolinha... só posso dizer que nem consigo acreditar que já passou um ano. Foi, sem dúvida, o ano mais rápido da minha vida.

Mada

Faz hoje 1 ano. E eu gosto tanto dela. Parabéns, fofaaaaa!
(A gente pergunta: "Quantos anos tem a Mada?" E a minha piriquita responde, de dedo espetado e nariz encolhido: "Um!" OOOOH, que lindinha.)

Chamusca

E hoje até consegui rodar até ao máximo os três botões da intensidade dos choques! Ah, banha! Torra aí! Quase que era capaz de dizer que me cheirou a porco chamuscado. Mas acho que isso já era fruto da minha imaginação.