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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Não chora, Dudu...


Não há coisa que me toque mais ao coração que ver um homem a chorar. E assim destes, do futebol, treinados para serem maus e machos e não sei quê, ainda mais. E este, coitadinho, que fez das tripas coração para que as bolas não entrassem na baliza portuguesa, mais ainda. Por isso, não chora, Dudu, não chora. Já passa. Quer uma sopinha, quer? (eu sei que não é muito apelativo, ainda por cima com este calor, mas cá em casa é o que há mais). Cá beijinho, cá cafuné. Já passa. Já passa.

Mada doente

Canário. O bicho que atacou o Martim decidiu reproduzir-se e instalar-se na Mada. Pequena fofa acordou com 39,5º de febre e uma tosse que ainda não mete medo mas que é, provavelmente, só o princípio. Ontem fez 5 cocós líquidos e tão ácidos que está com o rabo como o daqueles macaco esquisitos do Zoo. Volto a ter os 3 em casa, hoje. E tantooooo trabalho para fazer. Valham-me os livros do Geronimo Stilton, e as Nintendos e as Playstations e o Canal Panda e o jardim do condomínio.

Boas notícias

Ontem recebi um email. Um bom email. Até dia 31 de Dezembro, a minha vida financeira de freelancer continuará de muito boa saúde. Melhor, muito melhor, do que antes. Depois de 31 de Dezembro? Estou já a pôr os miolos a trabalhar, para produzir novas ideias, novos conteúdos. A coisa é: propor, propor, propor. Alguma coisa há-de se aproveitar desta massa cinzenta.

Haverá melhor forma de morrer?

Hoje a minha querida dona Emília mostrou-me o seu feito: tinha acabado de matar duas moscas que estavam a copular mesmo à sua frente. Olhei para as desgraçadas, inertes no seu chinelo, e se não as odiasse por me atormentarem, até conseguia sentir alguma pena. Uma coisa é certa: o modo como quinaram deu todo um novo significado à expressão coitus interruptus.

E lá fomos à nossa vidinha

A partir de hoje o guarda-redes Eduardo é, definitivamente, o meu herói. Foi ele o homem do jogo e, se não estivesse na baliza, teríamos levado 6 ou até mesmo 7 (número mítico) na pá. Obrigada, Dudu. Sempre achei que Mirandela era uma grande terra. Primeiro foram as alheiras. Agora és tu.

Progressos bípedes por altura do aniversário

Ela já se põe de pé há muito tempo. Sempre agarrada ao sofá, aos vidros, às paredes, às cadeiras, às nossas pernas. Ela até já anda, agarrada às coisas.
O que ela nunca tinha feito era pôr-se de pé, sem se apoiar em nada. E isso, ela decidiu fazer hoje, um dia depois de ter feito um ano. Sentiu-se mais segura, mais crescida, pronto. Ah e tal, já sou uma mulherzinha, é tempo de deixar de ser quadrúpede e passar a ser bípede.
Quando a vi, de pé, no meio da sala, tive vontade de gritar: Dona Emíliaaaaaaa!
Os rapazes não estavam e eu queria muito partilhar o momento com alguém. Mas percebi que, se gritasse, ela ia cair na hora. De modo que me deixei ficar, caladinha e a apreciar o instante.
A seguir, quando o Manel chegou, disse-lhe: quando eu te chamar baixinho, tu já sabes o que é e olhas logo. E assim foi. Ela levantou-se, eu sussurrei "Manel", ele olhou e ficou doido: AHH!
Ah pois é. Isto de se ter um ano é outra loiça.

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