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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Axe Dry

Já viram o anúncio do Axe Dry? Aquele do fulanito que tem duas mangueiras no sovaco, a espichar água por todo o lado? O que eu me rio com aquilo, pá! É tão bom! Tão nojento e parvo mas tão bom. E no final? A namorada que dá um salto quando ele levanta o braço, já esquecida de que ele já tinha encontrado a solução (Axe Dry) para o seu problema de suor em esguicho. Ahahaahah. Nojento. Mas com muita graça.

O cocó da cocó

Vocês sabem que eu sou uma bem disposta. Mas isto nos últimos tempos tem andado embrulhado. E não ando bem. Não quero vir para aqui queixar-me, que é chato e vocês têm as vossas vidas, mais que fazer que aturar o mimimimimimimi de alguém. Ainda por cima não é nada de realmente grave, tipo mortes e doenças e desemprego e fominha no estômago. Não. Por isso, é andar para diante e ser valente. Eh pá! Mas às vezes é lixado e apetece enfiar a cabeça - e o resto do corpo - na cama.
E pronto: isto também é bom para verem que a minha vida não é só rosas, e amor, e felicidade, e um marido tão querido, e uns filhos óptimos, ai que sorte a da gaja, ai grande magana, ai que já partias uma perninha que tanta felicidade já mete nojo... Não, senhores. A minha vida também tem merdas. Cocós, vá. Diz que acontece nas melhores famílias. Diz que é a vida, pronto. E se é a vida, há que vivê-la, ora não é assim? Muito bem. Vamos lá respirar fundo e continuar como se nada fosse. Adiante. Adiante.

Hoje

Hoje é Dia da Mãe. Hoje mando daqui um beijo e um abraço muito grande a todas as mães que, antes de o serem, já o são. Como a Elsa. Que demorou tantos anos a ser mãe mas que já o era, antes de o ser, de tão afincada que estava na sua luta contra a infertilidade. Hoje foi o baptizado das gémeas Rita e Joana, e eu estive várias vezes à beira das lágrimas, emocionada por olhar para ela e para o Rogério, finalmente com as suas meninas ao colo, 7 anos depois. Caramba!
Hoje, neste Dia da Mãe, mando um abracinho forte, apertado, para todas as mulheres que lutam contra a infertilidade, que desesperam porque querem muito ter, no colo, os seus filhos. Acreditem. A Elsa, a Carmo, a Maria Manuel são só alguns exemplos de persistência que conheço. Um dia, também vocês poderão comemorar este Dia da Mãe com outra alegria. É preciso acreditar. Isso - digo eu e dizem os especialistas - é meio caminho andado.

Sábado

Começámos o dia no Pavilhão Atlântico, a ver a Vila Moleza. A Estefânia, o Sportacus, o Robby Reles. Foi o primeiro espectáculo da Madalena e portou-se lindamente. O Martim apostou que ela ia chorar mas enganou-se; fartou-se de bater palminhas, toda contente, num excitex maluco. Os manos estavam encantados com ela, tão pequena e já tão dada ao espectáculo, nem se assusta com o escuro, nem com a música alta, nem nada, eh valente.
Depois almoçámos com os amigos Sónia, Nuno e Luísa e emborcámos 3 garrafas de Gazela, sendo que só três de nós bebemos, e um deles fui eu, ólarilólela. Durante o almoço eu e o Ricardo recebemos um presente de recasamento. É verdade, um belo e inesperado presente. Obrigada, uma vez mais. Passamos a vida nisto, qualquer dia nem esta existência inteira chega para vos pagarmos todas as coisas que têm feito pela família Cocó.
Agora estou a ver um filme de terror, sendo que eu odeio filmes de terror. Por isso, e porque sou ridícula, estou a vê-lo praticamente sem som, para não me meter medo. Ora, pergunto: para que quero ver um filme de terror se, sem som, não me aterroriza? Pois, não sei. Sei que odeio esta sensação de falta de ar que isto me provoca mas, ainda assim, aqui estou feita idiota. Cheira-me que aqui o meu homem vai ter uma noite a atirar para o agitado. Que eu, quando estou com medo, não deixo ninguém dormir.

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