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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Insónia

E o trabalho para a revista Nós? E a outra reportagem, ainda tão atrasada? E o relatório da boneca Mali (uma boneca que cada criança do colégio do Martim traz para casa num fim-de-semana e depois regressa à escola com uma história escrita pelos pais e com fotos, e nós ainda não fizemos nada e alguns pais fazem questão de fazer verdadeiros livros com fotos dos filhos ao lado da Mali, e nós enxovalhadíssimos)? E tirar os miúdos do colégio, daqui a dois anos, o que me vai custar? E se eu me prostituísse para que eles continuassem (brincadeirinha)? E o programa de rádio, que vou gravar amanhã e que está tão atrasado? E pedir à Joana mais dois CDs da Viagem da Cegonha, que afinal são precisos três? E o Manel que precisa de cortar o cabelo? E ainda não fez os trabalhos. E na sexta, sempre vou a Odemira? E fazer os contactos? E os álbuns de fotografias, quando é que os actualizo, para que os mais novos não digam que o Manel foi um privilegiado e blá-blá-blá? E o presente do Ricardo, que não tarda faz anos? E a nossa festa de 10 anos de casamento? E se eu propusesse mais uma reportagem para...? E aquelas pessoas que me enviaram um email a que eu ainda não consegui responder?

E foi assim que, às cinco da manhã, os meus olhos não conseguiram voltar a fechar-se. A Madalena acordou, dei de mamar e depois... o meu cérebro entrou em espiral. Eu bem tentei insultá-lo e mandá-lo dormir mas o gajo... tá quieto. Às vezes juro que não sei como é que aguento fazer tanta coisa ao mesmo tempo sem tar o tilt. Hoje sinto que não aguento muito mais. Amanhã já está tudo bem outra vez.

Alarvar

No Sábado ajavardámos no restaurante A Moagem, em Arraiolos. No Domingo a bestialidade teve lugar na Taverna dos Conjurados, em Vila Viçosa. Hoje a comezaina decorreu na Cadeia Quinhentista, em Estremoz. Acabámos de almoçar às seis da tarde e foi inesquecível. Farinheira grelhada no carvão, queijo gratinado com azeite e oregãos, ovinhos de codorniz, peixinhos da horta com molho tártaro. Pataniscas de enchidos de porco preto. Fondue de chocolate. Agora estamos no hotel, claro que não vamos jantar. Amanhã vamos para Lisboa, se o carro não se recusar a suportar tanto peso.
POR FAVOR!!! SAI UMA BANDA GÁSTRICA PARA A FAMÍLIA COCÓ!!!
Estou desgraçada.
A partir de quarta-feira vou entrar oficialmente em greve da fome. Já disse isto muitas vezes, dizem-me em jeito de provocação aqui ao lado. Mas agora é que é, pá! Podem espancar-me se falhar. Macacos me mordam se eu não chego a Maio (mês em que faço 10 anos de casada) toda jeitosa. Porra, pá!

Notícias Magazine

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Hoje, na Notícias Magazine, revista de domingo do Diário de Notícias e Jornal de Notícias, sai um trabalho meu e do fotógrafo Rui Coutinho. Amores improváveis. Uma cigana e um mulato, uma advogada e um segurança, um tetraplégico e uma mulher dita normal, um negro e uma branca, um casal com 30 anos de diferença. A prova de que o amor é à prova de preconceito.

Carnaval

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Amanhã família Cocó vai instalar-se neste belo hotel, em Évora, com os inestimáveis amigos Sónia e Nuno e querida Luisinha. Durante estes quatro dias, a ver se descansamos, a ver se passeamos, a ver se não saímos de lá obesos mórbidos, que o amigo Nuno é boa boca e está em casa, de maneiras que estamos a tremer só de imaginar aquelas maravilhas alentejanas à mercê da nossa gula. Oh, meu Deus, dai-me falta de apetite, dai-me fastio, dai-me lucidez para não enfardar como se não houvesse amanhã.
Bom Carnaval, minha gente.
(Obrigada a todos os que se tornaram fãs do Portugal dos Pequeninos. Ainda gosto mais de vocês se convidarem os vossos amigos a tornarem-se fãs também!).

E lá vou eu, outra vez

Desta feita para Odemira. A chover desta maneira, cheira-me a reportagem falhada, e isso enerva-me profundamente. Mas tem de ser, que lá por ser Inverno continua a haver histórias no país e no mundo e alguém tem de levantar o rabo da cadeira.
Pequena Mada continua com uma tosse horrível e agora não come. Acho que é porque tem o bandulho cheio de ranhoca e já não cabe lá mais nada.
Ontem estive na rádio das 17h até às 21h, na companhia da competentíssima Joana Jorge (produtora do Portugal dos Pequeninos), e a entrevistar crianças. Muitas. Dois rapazes amorosos, que disseram coisas absolutamente geniais, entre elas: "Os bebés começam por ser uma espécie de minhocas que há na pila do pai. Depois, através de uma operação, metem-se as minhocas no pipi da mãe até chegarem à barriga."
E três meninas muito queridas, que fizeram desenhos para nós e tudo.
Por falar no Portugal dos Pequeninos... não querem pôr os vossos pequeninos a escrever textos sobre o pai? Os melhores textos que nos chegarem serão lidos pelos próprios autores e passarão na rádio na semana do Dia do Pai. Querem melhor presente para o melhor pai do mundo? (sonia.morais.santos@gmail.com)
Outra coisa: o Portugal dos Pequeninos está no Facebook e já tem alguns fãs. Mas era bonito se tivesse mais. Fica feito o convite (www.facebook.com/portugalpequeninos).
Beijos e abraços, que eu agora vou-me meter à estrada.

O meu namorado e eu (sem liposhaper mas felizes)

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Como não nos liposhaperizamos e gostamos de comer e adoramos jantar a dois, ontem eu e o meu homem fomos ao Olivier, numa espécie de antecipação do Dia dos Namorados. Antes de sairmos de casa, explicámos ao Manel que a tia Nana vinha tomar conta deles, porque o pai e a mãe iam namorar. Resposta dele: Mas vocês estão sempre a namorar!!! Um queriducho. Bom, mas lá fomos. O jantar foi, como sempre, extraordinário. Optámos pelo menú de degustação e sentimos fogo de artifício dentro do cérebro a cada garfada. E conversámos e demos beijinhos.
A certa altura, a empregada veio entregar-me um ramo de flores liiiiiiindo, porque o meu príncipe consegue sempre surpreender-me. O cartão era maravilhoso:
"Podia não ter flores... Mas não era a mesma coisa."
Meu querido: se eu não fosse uma mulher casada, casava contigo já hoje. És o homem da minha vida. Casamos outra vez?

Humberto Barbosa

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Ele é o meu ídolo.
Não é o Super Homem.
Não é o Homem Aranha.
Não é o Nelson Mandela.
Não é o Aristides de Sousa Mendes.
Não é o Barack Obama.

Não. :)

É o Humberto Barbosa. Criador da Clínica Persona e da Clínica do Tempo.
E o responsável pelo emagrecimento de muita gente famosa, entre eles a Ana Brito e Cunha, que era bem apessoada (imagem da esquerda) e que, agora e graças à ajuda do Humberto e do Liposhaper está tão magra que dá vontade de lhe dar uma sopa (imagem da direita, oh meu Deus!).

Eu, se tivesse dinheiro, liposhapemizava-me toda.
Mas, como não tenho, babo para cima das revistas cor-de-rosa que mostram os vips que se liposhaperizaram. Sortudos, pá. Aiiiii, canário. Como eu gostava de ser bôa comó milho!

Creme de quê???

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Há um creme à venda na televisão, daqueles tipo ligue agora e receba este creme por menos do que seria de esperar, e seja feliz, e coiso e tal. Sim, senhor, o costume, nada a apontar. Só que... só que... o creme que está à venda é creme feito à base de... de... (glup), de... (blhéch!),de...baba de caracol. Yaaaaaaaaaaaaaak!
A voz off diz e repete e torna a repetir que o produto para pôr na cara e no corpo é feito com "baba de caracol" e as minhas entranhas revolvem-se. MAS QUEM É QUE TEM CORAGEM E VONTADE DE BOTAR NA FOCINHEIRA AQUELA NHANHA NOJENTONA QUE OS CARACÓIS DEIXAM PARA TRÁS? QUEM? QUEM? QUEM?
Diz que faz muito bem. Que acaba com borbulhas, rugas, cicatrizes. É pá, ainda bem. Mas só um grande nível de desespero me faria espalhar aquela ranhoca no meu lindo corpinho. Se me dissessem: ó minha amiga, tu esfregas-te com a gosma e emagreces 10 quilos na hora... Se me garantissem isso, era gaja para mergulhar num bidão de caracoletas. Agora, para acabar com uma borbulhita ou uma manchita... nah. Não me apanham nessa. Muco de caracol, caracoleta ou lesma em cima de mim, não obrigadinha.

Manzarra

Eu adoro o Manzarra.
Eu vi o Abrunhosa cair e não me ri, não por ser muito boazinha (que, por acaso, até sou), não porque não me ria habitualmente com as quedas das pessoas e com as minhas (que, por acaso, até rio), mas porque me assustei. Achei que o homem podia ter-se magoado a sério e fiquei de coração apertado, à espera que se levantasse. Acho que nunca mais me consegui esquecer que o meu querido Carlos do Carmo caiu uma vez de um palco e magoou-se tão seriamente que partiu o lado esquerdo do tórax, sete costelas, furou um pulmão, e ficou sem baço. Esteve quase a ir-se, o meu adorado Carlos. E eu acho que perdi a capacidade de rir quando alguém se estatela de um palco.
Agora...
O que eu me ri foi com o "ai, f***-se" do Manzarra. Já ouvi e tornei a ouvir, de olhos fechados para não me distrair com a imagem, e escangalho-me sempre a rir quando o oiço: "ai, f***-se". AHAHAHAHAHAH! Ganda Manzarra! E o saltinho, à super-herói, para ir salvar o outro? Vivó Manzarra!

Não tinha saudades nenhumas tuas, bronquiolite

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E pronto. É oficial. Pequena Mada tem uma bronquiolite e iniciou-se no tenebroso mundo do Ventilan e do Celestone. E hoje vai iniciar-se, também, nas mãos ferozes da Fátima, uma fisioterapeuta que vem cá a casa, desde que o Martim era bebé, fazer cinesioterapia. Pequena Mada não sabe o que a espera, pobrezita. Mas o que a espera é uma esfrega de fazer dó. Com dedos a empurrar a garganta para dentro, para fazer tossir e cuspir secreções nojentonas. Ao menos foi só agora, aos 7 meses. O Martim começou logo aos dois, com internamento de uma semana e um ano de idas diárias à Estefânia, para sessões contínuas de porrada pulmonar. Enfim. Pequena Mada terá de se aguentar à bronca.