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Cocó na fralda

Cocó na Fralda

Peripécias, pilhérias e parvoíces de meia dúzia de alminhas (e um cão).

Tudo pelos nossos bebés ❤️​

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Há marcas que nos acompanham desde sempre. Que não são só marcas, são parte integrante da nossa vida. Fazem parte do nosso passado, do nosso presente e - quase de certeza - farão parte do nosso futuro. A JOHNSON'S® é uma destas marcas. A minha mãe usou comigo, lembro-me de ser a gama de produtos de bebé usada com a minha irmã, que é 11 anos mais nova que eu, e agora é a minha vez de usar com os meus filhos. O primeiro nasceu há 15 anos, o último há 2, e Johnson's® sempre lá. Não é difícil imaginar que continuará presente no futuro, quando tiver netos. 

Com efeito, há mais de 125 anos que a Johnson's® tem sido líder na pesquisa dos ingredientes mais seguros. Com uma vasta equipa de especialistas (cientistas, pediatras, dermatologistas, entre outros) a marca está sempre em busca dessa segurança, que é algo que faz parte da sua herança. E é esta confiança transmitida por gerações e gerações que faz com que, ainda hoje, Johnson's® continue a ser a marca mais usada em 80% das maternidades portuguesas.

Todas as mães sabem como é sensível a pele dos recém-nascidos. Lembro-me sempre de sair com eles do hospital, assim com as hormonas aos trambolhões, e de ir em passo acelerado na garagem do hospital, porque achava que aquele ar poluído era uma agressão intolerável para quem acabava de chegar ao mundo, tão frágil, tão delicado. Ora, com a mesmíssima preocupação, qualquer mãe quer que a pele do seu bebé seja tratada com o cuidado que tanta delicadeza exige. A pele em geral, e a dos bebés em particular, desempenha um papel fundamental na manutenção da saúde e na defesa contra germes e bactérias. A pele regula a temperatura dos bebés e é uma importante ferramenta através da qual eles exploram o mundo, pelo toque. A pele dos bebés é diferente da dos adultos. Parece perfeita (e é!) mas é tão delicada que necessita de cuidados excepcionais durante o primeiro ano de vida. Comparada com a dos adultos, a pele dos bebés é 30% mais fina, pode perder humidade (e hidratação) mais depressa, é mais permeável a irritações.

Creio que não minto se disser que, para as mães, é clara esta confiança numa marca que existe há tanto tempo e para a qual a preocupação com o rigor é evidente. 

Cá em casa o Gel de Banho para bebé de Johnson's® foi sempre usado desde os primeiros dias. E continua a fazer parte das rotinas dos mais pequenos. O mais giro? É ter quase a certeza de que, daqui a uns anos, continuará a ser uma marca querida das mães. Porque a confiança é o mais importante. 

 

 *post escrito em parceria com Johnson's®

Estou rica!

Na mesma semana, recebi duas propostas de doação de milhões de dólares. O mais impressionante é que não conheço os mãos-largas pessoalmente mas, claro, devem ter percebido que sou uma pessoa que merece este empurrãozinho na vida.

São, ao todo, mais de 4 milhões. 

De maneira que, perante tanta genosidade, vou dar a volta ao mundo. Um dia destes talvez volte. 

Beijos para vocês!

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Rato noctívago

A namorada do meu filho foi de férias e deixou-nos o animal de estimação, um adorável hamster.

De vez em quando pergunta se o bicho está a dar muito trabalho.

Muito trabalho?

O rato não faz mais que enfiar-se numa espécie de cano que tem lá na gaiola e ali fica, encalhado, indiferente à vida que passa.

De noite dá-lhe para a rambóia e põe-se a fazer workout nocturno. Muito caminha naquela roda, qual passadeira de ginásio, o pobre. Vai ficar incrível em Agosto. Só abdominais e glúteos bem definidos. Dá-lhe ratoooooooo!

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Silêncio

Cheguei do Porto, ontem, abri a porta de casa... silêncio. Casa arrumadinha. Consegui atravessar a sala sem tropeçar numa trotinete, num castelo de legos, num carrinho, numa boneca. E o silêncio.

O Ricardo tinha um jantar. Perguntou se queria ir. Não quis. Quis ficar sozinha, a desfrutar daquele silêncio.

Durante a minha infância, o silêncio foi uma constante. Vivia sozinha com a minha mãe e quando alguma de nós falava já se sabia que era com a outra. Quando tivemos um cão foi uma incrível inovação na minha vida: quando ouvia a minha mãe falar já não tinha necessariamente de ser comigo. Podia ser com o cão. 

Vivi em silêncio muito tempo e sonhava com uma casa cheia. Costumava imaginar que tinha irmãos, que vivia num colégio interno e que dormia numa camarata cheia de gente.

Cresci e rodeei-me de gente. De barulho. De animação.

Adoro. 

Mas (há sempre um mas) há momentos em que sinto uma enorme falta de quietude, de ouvir nada, coisa alguma.

Ontem nem liguei a televisão. Nem pus música. 

Fiquei só eu e o vazio. Que me encheu a alma.

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Martim no seu melhor

Na terça-feira fomos deixar as crianças na casa de férias da avó. Todos os anos há este momento especial de ligação entre avó e netos, que eu acho muito importante. Por um lado porque as férias dos miúdos são gigantes e eu não os posso acompanhar durante quase 3 meses. Estarem em casa a trepar paredes não me parece uma boa opção, nem para mim nem para eles. Ali têm espaço, piscina, comidinhas boas, regras (que a avó não brinca em serviço). E, por outro lado, porque sinto que a minha mãe, apesar de ficar cansada, como que renasce. 

Mais para a frente seguir-se-á uma semana na quinta dos avós, com fruta apanhada das árvores que segue directamente para as barrigas.

Ontem fui ao Porto conhecer a nova colecção FW da Zippy. Enquanto esperava pelo avião, pus uma foto no Instagram e reparei que o Martim fez um like. Meti-me com ele no WhatsApp e eis a conversa que se seguiu. 🙄​😂​

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Mini-férias com filho único

Em primeiro lugar, desculpem lá estes dias de blogue tão parado mas tive mesmo de desacelerar. Na semana passada, fomos quatro dias para Beja, para umas mini-férias a três.

Acho que o Mateus nunca tinha estado connosco uma semana (quase) sem a malta toda. Ainda pensámos ir só os dois, em modo namoro, mas depois custou-nos deixá-lo, até porque se esperam algumas semanas sem miúdos, Mateus incluído.

Estávamos há que tempos para conhecer o Vila Galé Clube de Campo e foi desta. O sítio é lindo. São 1620 hectares de herdade onde há vinha (154 hectares que dão 1 milhão de garrafas de vinho por ano), pêras (45 hectares), ameixas, pêssegos e damascos. Ah, claro, e oliveiras também são muitas, que o azeite do hotel é feito com azeitona da herdade. Também há uma parcela da barragem do Roxo, onde se pode praticar kayak, e vários animais: burros, cavalos, vacas, lamas, ovelhas, cabras. E, em modo selvagem, veados, lebres, patos, garças e toda a sorte de bicharada do campo.

Para os miúdos, é uma maravilha. Poderem ver de perto os bichos, poderem ir alimentá-los todas as manhãs, chamarem-nos pelos nomes, terem-nos ali mesmo ao lado. 

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Mateus a dar o pequeno-almoço ao Vítor

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O Mateus portou-se mal no primeiro dia (cheio de manhas e mimo, "quéo água, quéo bolacha, quéo carro, quéo piscina, quéo, quéo, quéo, quéo") e nós só pensávamos: aaaaaaah, devias TANTO ter ficado em Lisboa, caneco! Sempre que queríamos ir para a piscina grande ele guinchava e só queria ir para a piscina dos pequeninos (que tem escorregas) e nós chateados que nem perús, a querer ler e a querer sossego. Ao segundo dia, nós cedemos na parte da piscina (resignámo-nos) e pusemos de lado a ideia de dias completamente descansados (como o fim-de-semana anterior, a dois), e ele começou a amansar, a ficar muito querido e doce. No fundo, acho que foi uma questão de cedência e habituação de parte a parte. Afinal, ele também teve de se acostumar a ser filho único, algo que nunca tinha experimentado. A partir daí, foi tudo maravilhoso.

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Como tínhamos todas as refeições incluídas, não saímos dali para nada, a não ser para irmos a Beja comprar umas braçadeiras (porque nos esquecemos de as trazer). A ideia era mesmo pousar. O buffet era super completo, tinha imensas opções, sem esquecer os mais pequenos.

Aproveitei para recuperar o tempo perdido e fazer a foto da praxe com um flamingo - diz que blogger que se preze tem necessariamente que ter uma e eu estava em falta. Ufff! 😂

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Ali perto da piscina e dos quartos, há um relvado gigante com uma rede, baloiços, e um baloiço para gente crescida onde eu podia tranquilamente passar a noite. Tudo muito bonito e bem pensado para famílias.

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O hotel dispõe de uma série de actividades. Para ser franca, são actividades que nunca mais acabam e que podem ir do simples passeio de charrete ou de bicicleta pela herdade até passeios de jipe, moto 4, ou de balão de ar quente, sem esquecer os workshops de cozinha em que os clientes podem fazer o seu próprio jantar, acompanhados pelo chef. Durante o dia, há tiro com arco, actividades na piscina para os mais pequenos, e uma série de entretenimentos. Nós optámos mais pelo sossego total. A única coisa que fizemos foi o passeio de charrete e de bicicleta. E ainda fomos ambos ao ginásio, dar umas corridinhas.

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E pronto. Foram dias super tranquilos, em que nos dedicámos a mimar pequeno gnomo, sempre habituado a andar em bolandas com o resto da grupeta.

Obrigada ao Vila Galé Clube de Campo por nos ter recebido tão bem.

Salsa solidária

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Até ao dia 14 de Julho (esta sexta-feira!), a Salsa associa-se a três instituições que lutam contra o Cancro da Mama. Como? A marca vai doar 1€ por cada dois novos seguidores na sua página oficial do Instagram (@salsaofficial). O mote para esta acção foi o Dia Mundial das Redes Sociais (30 de Junho). Com a importância que as redes sociais têm cada vez mais no nosso dia-a-dia, a marca considerou importante assinalar o Social Media Day apoiando uma Instituição de Solidariedade de referência.

Em Portugal, a Salsa vai apoiar o Fundo iMM-Laço, criado em 2015 pela Associação Laço e Instituto de Medicina Molecular e que visa apoiar projetos de investigação na área do cancro da mama, procurando assim trazer esperança a milhares de mulheres que são anualmente diagnosticadas com esta doença. Todos os projetos de investigação na área do cancro da mama visam encontrar as causas do cancro da mama e me resultado diminuir a sua incidência, proporcionando tratamentos mais eficazes, assim como descobrir os mecanismos que desencadeiam o cancro da mama metastático

 

Juntem-se a esta causa solidária. Partilhem com os hashtags #SalsaSocialMediaDay; #GoPink e #salsajeans, porque juntos conseguimos mais! 

Para que esta causa mantenha uma comunicação homogénea, as publicações no Instagram devem ser colocadas com o filtro 1977.

Venham fazer parte do movimento #GOPINK

Fim-de-semana

No sábado foi a festa de aniversário da Mada. Ela já fez anos no dia 28 de Junho, nesse dia teve duas amigas a passarem o dia e a noite com ela, teve um jantar com bolo de anos, mas faltava a festa para os amigos da escola. No fim-de-semana passado estávamos no Alentejo a comemorar os 17 anos de casados e, por isso, a festa foi adiada para este sábado. De manhã fiz o bolo  (faço quase sempre os bolos dos miúdos, excepto em algumas datas mais marcantes em que compro daqueles XPTO) e ao fim do dia lá fomos (felizmente ainda havia por cá amigos - não estavam todos de férias).

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 Estava tão feliz, a minha índia. 

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 Bolo do demónio 

 

O Manel e o Martim também foram e, a meio da festa, o Ricardo foi levá-los ao Alive. A seguir, mal chegou a última mãe para recolher os últimos miúdos, voámos para casa para deixar a Mada e o Mateus com a babysitter. Era uma babysitter nova (as nossas do costume estavam todas ocupadas) e estava um pouco apreensiva com a reacção do Mateus (às vezes dá-lhe para se agarrar às minhas pernas e é um sarilho) mas ela foi incrível e conquistou-lhe o coração de imediato. Mal pôs um pé dentro de casa começou logo a brincar com ele e a fazê-lo rir. Fui mudar de roupa, passar um batonzinho e quando cheguei à sala estavam todos sentados no chão e ele começou logo a dizer "Adeussssss". Maravilha! 

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Os bilhetes iam muuuuuito bem guardados, já que na sexta-feira tinha-nos acontecido algo insólito. Fomos para o Alive, de mota, e quando íamos deixar os capacetes nos cacifos, o Ricardo começou a mexer nos bolsos todos e a ficar esverdeado. Os bilhetes? Largou a correr a olhar para o chão e eu fiquei ali, incrédula. Sentei-me no passeio e fiz um directo no Instagram a gozar com a situação (confesso que também para não me enervar). Ele lá fez uns quantos telefonemas e resolveu o assunto (confesso que fiquei com alguma pena porque cá em casa sou sempre eu quem perde coisas e era uma boa oportunidade para mostrar que, afinal, Mr. Always Right também falha). Bom, posto isto, no sábado íamos de bilhetes bem guardados, a ver se não se repetia a peripécia.

Adorei Imagine Dragons (o tipo é um animal de palco impressionante e o Radioactive final foi apoteótico). E depois... Depeche Mode. Tão bom. Amei as de sempre (sou absolutamente louca por Personal Jesus - basta começar a tocar que largo aos saltos) e fiquei rendida a Wrong, que apesar de já ter uns anos valentes, não conhecia. E falando em animais de palco... Dave Gahan é um monstro. Como dizia o Observador: "Dave Gahan é um monstro, é o homem que todos queremos ser, é a mulher que todos queremos ser, é tudo ao mesmo tempo porque tem tudo o que há para desejar. Dança para convocar demónios, chama-os para bem perto e depois canta “Wrong”, para dizer que é ele que manda, é ele que tem a palavra final sobre tudo."

Isso.

 

 

Autoridade poucochinha

Ontem fui entregar a minha carta de condução. Por dois meses, terei de andar de transportes públicos, de bicicleta ou a pé, para não ser burra.

A multa data de 2014 mas foi a tribunal, onde se conseguiu reduzir a sanção de 4 meses para dois. Se 60 dias já é mau, 120 nem imagino.

Quando fui levar o documento à esquadra da minha residência, o agente foi amoroso. Olhou para mim com uma expressão solidária, quase dolorida, desabafando que também ele tinha recebido uma multa por excesso de velocidade há pouco tempo, uma distracção à hora errada e pumba, já foste. Fiquei surpreendida com aquele desabafo, que o tornou um cidadão comum, e que me deixou a mim com uma menor sensação de culpa pelo meu desaire.

Enquanto lá estava, à espera que ele tratasse das papeladas da ordem, apareceu um outro agente a dar notícias de um terceiro, hospitalizado. Esse teria então sido brutalmente agredido em Loures, tendo ficado com a cara em muito mau estado, pelo que teria sido operado para levar parafusos e uma placa de titânio.

Fiquei a pensar naquilo. No difícil que é ser polícia, ainda para mais num país que não compensa devidamente a autoridade. Além do perigo que correm todos os dias, ainda há a velha questão de terem de pagar pelos seus uniformes, já para não falar dos carros a precisar de reforma e de poupanças diversas em material de que supostamente precisavam para exercer condignamente a sua profissão. 

Dizia-me o chefe da esquadra, que me atendia: "Sabia que não temos subsídio de risco? Arriscamos a nossa vida todos os dias, mas ninguém nos paga para isso. Ouviu o que o meu colega disse? Aquele agente que foi agredido ficou mesmo mal tratado... mas enfim, é uma luta perdida."

Ser agente da autoridade neste país mais parece voluntariado. E isso abre caminho para uma série de problemas de segurança que nos deviam inquietar a todos. Bem sei que o cobertor é curto. Se tapamos o pescoço, destapamos os pés. Mas há partes deste corpo que deviam estar mais aquecidas que outras. Digo eu.